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Clube

O Vasco


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Club de Regatas Vasco da Gama.

Glória maior da luso-brasilidade. Fundado por imigrantes para seus filhos e netos. Viramos brasileiros. Podemos dizer que nunca descriminamos nenhum nacional. Eles podem?   

Nascidos para o mar, temos as maiores conquistas do remo nesta nação. Nas manhãs da Enseada de Botafogo no começo do século XX, a nossa fama assim se fez. E outros esportes chegavam: natação, tiro, pólo, tantos e tantos. A nossa vocação é a vitória, seja onde for. Clube multiesportivo.

Na água fomos campeões. E bi. E tri, quando ninguém era. E houve a reação, não admitiam a nossa superioridade. E nisso também os vencemos. Os derrotamos. Mais uma vez.

Chegou o futebol, instrumento da grandeza do Vasco. Pelo futebol, nós viramos multidões.

Derrotamos os racistas de 1923. O negro podia jogar futebol, porque não? O pobre também. Por isso nós viemos. Para vencer o preconceito. Para fazer a revolução.

Nova reação. Triunfamos através da construção de nossa casa. Poderíamos ter feito qualquer estádio, mas fizemos um colosso. O maior das Américas. Um símbolo em concreto, perene, para que nunca duvidem de nós novamente. Mostramos do que somos capazes. Provocamos o espanto. Foi nosso melhor momento.

Com nossa camisa Fausto assombrou a França, Jaguaré rodou a "bichinha", Russinho ganhou a barata e também a mulata. E fizemos sete. Fizemos sete a zero. Fomos a Europa quando os outros a viam distante. Desbravadores.

E veio Domingos. E Leônidas. E nós éramos multidões...

O Brasil mudava. Em nossa casa, Getúlio ditou os direitos do povo e Villa Lobos regeu milhares. Como eram milhares os nossos sócios, os que fizeram tudo pelo Vasco. A terceira piscina do mundo,  e a jóia modernista na Lagoa e a capela para nos benzer. Fizeram tanto. 

Quando a sombra do totalitarismo pairava sobre o mundo livre, São Januário foi posto a serviço da nação. A cobra fumou e nós estávamos lá.

Não conseguiam nos parar. Viramos o Expresso. Arrasadores.

Com nossa camisa Ademir provocou calafrios com o rush, Barbosa dominou a grande área e voou, Danilo ganhou título de nobreza e Chico encarnou a raça vascaína . E fomos por mares nunca dantes navegados. Conquistamos a América quando ninguém o tinha feito. Heróis de 48. 

Não haviam limites para o que nós poderíamos fazer. Vavá, Bellini, Valter e Sabará. Conquistadores de Paris e da Catalunha. O ouro de Adhemar. A soberania do remo espetacular.

Na época do garoto Dinamite, ganhamos o brasileiro enquanto muitos eram regionais. Barreira do Inferno. Temos o maior artilheiro do Brasileiro, e o segundo, e o terceiro. A vocação do gol.

Vieram Romário dos mil e Edmundo, mágico. Formamos craques, conquistamos títulos. Bi campeão sul-americano e tetra brasileiro. As medalhas olímpicas reluziam no nosso peito.

Fomos feitos para isso. Para a vitória. Nossa história é grandiosa, nosso presente nos desafia.

Somos o Club de Regatas Vasco da Gama.