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Patrimônio

Colégio

Uma aula de cidadania


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Educar seus atletas nunca foi um conceito estranho ao Vasco. Ainda em 1923, após todas as forças do mundo do futebol se voltarem contra o clube, o Vasco pagou um professor particular para ensinar seus jogadores analfabetos a assinarem seu próprio nome, um contraste com os outros dos chamados grandes clubes, os bem nascidos que no campo eram surrados pelos vascaínos.

Antes do Colégio Vasco da Gama, o clube pagava a educação de seus atletas em diversos estabelecimentos de ensino. É importante dizer que os clubes cariocas não eram obrigados a oferecerem educação aos seus jovens, somente após uma portaria da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro isso se tornou regra e a inspiração utilizada para ela foi exatamente o modelo educacional vascaíno. O que os outros foram obrigados a fazer, o Vasco tomava como seu dever.

A expansão de São Januário no século 21, com a aquisição de dezenas de imóveis, abriu caminho para a inauguração em 2003 do Colégio Vasco da Gama, uma das mais bonitas iniciativas de um clube sempre focado no campo social. Se antes a luta vascaína era contra a discriminação racial, agora é pela inclusão do ser humano. Atendendo atletas nos níveis fundamental e médio, o Colégio ensinou e preparou para a vida centenas de jovens, dos anônimos até as revelações do futebol Alex Teixeira, Alan Kardec e Philippe Coutinho.